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domingo, 17 de fevereiro de 2008

mais um dia



Quando as coisas são feitas com consciência tudo tende a dar certo.
Quando se sabe o que se quer e se quer o que se sabe ser bom para nós, as coisas fluem com simplicidade, tranquilidade e leveza. O problema é chegarmos a este estado de consciência, não é? Termos a certeza do que é bom para nós é algo complicado, vem com a maturidade, penso eu...
De qualquer forma, é bom termos o comando, as rédeas da vida nas nossas mãos. Se alguma vez não tivermos feito a melhor opção, usaremos essa maturidade para perceber que somos apenas humanos e que tudo é reversível.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

teste (à consciência)

Neste site, podemos saber quantos planetas como a Terra seriam necessários se toda a gente tivesse o nosso estilo de vida. Correndo o risco de perder amigos e reconhecendo que é um resultado vergonhoso, revelo o meu: 2,3. Brrr...

quarta-feira, 13 de junho de 2007

a vida a 30


Chegada aos trinta... Aprendia que a vida passa pela infância amarga ou doce, a conturbada adolescência, até que se torna madura, pura, forte, sofrida. Tudo tinha sido útil, tudo tinha tido o seu papel.
Via com clareza que por cada coisa perdida tinha ganho mil; cada lágrima derramada abria-se um oceano de sorrisos. Não é possível alcançar o topo da montanha e, simultaneamente, permanecer deitada à sombra lá em baixo!
Via como num sonho, o passado e o futuro unidos por um nó que era feito deles mesmos. Indissociáveis. Já tinha percorrido um longo caminho no fio da vida. Havia suportado a tempestade e passado o Cabo; a Índia estava ali à frente dos olhos. Tinha ganho alicerce e cimento. Tinha as mãos cheias de sol. E o resto da caminhada...
Isto é só isto. É real e verdadeiro... que só isto é de hoje e de sempre.

A consciência de que estamos aqui com objectivos e obstáculos.